|
"A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista." Mário Quintana |
" O importante é não estar aqui ou ali, mas SER. E ser é uma ciência feita de pequenas e grandes observações do cotidiano dentro e fora da pessoa. Quando não executamos essas observações, não chegamos a ser; apenas estamos desaparecendo." Carlos Drummond de Andrade
domingo, 17 de julho de 2011
Feliz !!!!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Ao meu redor
Somente eu sei o que vai ao meu coração
Mas também, nada acontece quando não espero.
Estou entre mil e ao mesmo tempo entre nenhum
Sinto calor, de repente ........frio,
Sinto tudo, ao mesmo tempo......nada,
Amo, quando de repente .....estristeço,
Sorrio, de repente ...............entristeço,
Sei de tudo, mas ao mesmo tempo.............não sei de nada,
Estou pensando em você.
Poema escrito pela aluna do Curso Técnico de Segurança do Trabalho ( ER ) Aline Ramos.
Parabéns Aline
Se olho para dentro, vejo nada mais que mil faces estranhas.
Nada me acontece que não seja por que queroMas também, nada acontece quando não espero.
Estou entre mil e ao mesmo tempo entre nenhum
Ouço vozes, de repente........silêncio,
vejo olhos, de repente .........escuridão,Sinto calor, de repente ........frio,
Sinto tudo, ao mesmo tempo......nada,
Amo, quando de repente .....estristeço,
Sorrio, de repente ...............entristeço,
Sei de tudo, mas ao mesmo tempo.............não sei de nada,
Escrevo, de repente ...............paro,
Sabe por quê ?...........Estou pensando em você.
Poema escrito pela aluna do Curso Técnico de Segurança do Trabalho ( ER ) Aline Ramos.
Parabéns Aline
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Falar por Falar
É muito fácil dizer que a dor do outro está sendo superestimada, enfatizada demais, que é drama, exagero. Difícil é dar uma palavra de conforto a essa pessoa e se mostrar disposto a ajudá-la.
É fácil afirmar que problema mesmo é o que você está vivenciando, que isso sim é motivo para se estar triste, quando nem sabemos, realmente, pelo o que o outro está passando.
Julgamos, julgamos e julgamos. Mas quantas vezes procuramos saber o que realmente está se passando? Brigamos quando quem está ao nosso lado mais precisa é de carinho e atenção.
Exigimos, muitas vezes, a mudança no comportamento dos outros, mas é totalmente descartável a possibilidade de ser um pouco mais flexível e tentar adequar-se(só um pouco) a vontade das outras pessoas.
Ás vezes, faz-se necessário que deixemos o orgulho de lado e apenas , como um gesto de humildade, pedimos perdão. Não dói, não machuca e alegra os corações.
A resistência à mudança faz parte do ser humano. Somos resistentes por termos medo de mudar, de sair de nossa "zona de conforto", de ter que reaprender a fazer as mesmas coisas de maneira mais eficiente e produtiva.
Julgamos a todo o momento !! Independente de quais quer que sejam as circusntâncias. Julgamos pelo simples prazer de subjulgar as pessoas.
O tempo de cada um é diferente. As pessoas são únicas, são seres maravilhosos. Seres espirituais passando por uma experiência humana. Essa é a grande dificuldade de adaptar-se !
Sejamos flexíveis, humildes, mas acima de tudo, resilientes.
Desculpem o desabafo
Autor: Celso Pimentel / André Garcia
É fácil afirmar que problema mesmo é o que você está vivenciando, que isso sim é motivo para se estar triste, quando nem sabemos, realmente, pelo o que o outro está passando.
Julgamos, julgamos e julgamos. Mas quantas vezes procuramos saber o que realmente está se passando? Brigamos quando quem está ao nosso lado mais precisa é de carinho e atenção.
Exigimos, muitas vezes, a mudança no comportamento dos outros, mas é totalmente descartável a possibilidade de ser um pouco mais flexível e tentar adequar-se(só um pouco) a vontade das outras pessoas.
Ás vezes, faz-se necessário que deixemos o orgulho de lado e apenas , como um gesto de humildade, pedimos perdão. Não dói, não machuca e alegra os corações.
A resistência à mudança faz parte do ser humano. Somos resistentes por termos medo de mudar, de sair de nossa "zona de conforto", de ter que reaprender a fazer as mesmas coisas de maneira mais eficiente e produtiva.
Julgamos a todo o momento !! Independente de quais quer que sejam as circusntâncias. Julgamos pelo simples prazer de subjulgar as pessoas.
O tempo de cada um é diferente. As pessoas são únicas, são seres maravilhosos. Seres espirituais passando por uma experiência humana. Essa é a grande dificuldade de adaptar-se !
Sejamos flexíveis, humildes, mas acima de tudo, resilientes.
Desculpem o desabafo
Autor: Celso Pimentel / André Garcia
sexta-feira, 27 de maio de 2011
,,,,,,,,tinha suspirado !!!!!!
"... tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente!
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu
orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo
ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima
por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência
superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto
diferente, cada passo condizia a um êxtase, e a alma se cobria de um
luxo radioso de sensações!
Ergueu-se de um salto, passou rapidamente um roupão, veio levantar os transparentes da janela... Que linda manhã! Era um daqueles dias do fim de agosto em que o estio faz uma pausa; há prematuramente, no calor e na luz, uma certa tranqüilidade outonal; o sol cai largo, resplandecente, mas pousa de leve; o ar não tem o embaciado canicular, e o azul muito alto reluz com uma nitidez lavada; respira-se mais livremente; e já se não vê na gente que passa o abatimento mole da calma enfraquecedora. Veio-lhe uma alegria: sentia-se ligeira, tinha dormido a noite de um sono são, contínuo, e todas as agitações, as impaciências dos dias passados pareciam ter-se dissipado naquele repouso. Foi-se ver ao espelho"
Eça de Queiroz ( O primo Basílio - Transcrito )
Assinar:
Postagens (Atom)

