segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Reflexão sobre a vida e a morte !

O mundo ao qual vivemos nos confronta a todo momento a rever nossos conceitos e valores. Muitas das vezes, as lições que nos foram passadas por nossos pais, tornaram-se futeis para as vindouras gerações.
A falta de respeito, de sensibilidade e de amor ao próximo, tem refletido no constante crescimento da violência em nossa cidade, país e mundo. Nos preocupamos com profecias sobre o fim dos tempos e nos esquecemos de agradecer ao Criador pois, somente ele pode nos dar e retirar o que temos constantemente desprezado - a vida.
Preocupamos com datas supersticiosas e colocamos nelas toda desgraça que acontece e esquecemos que somos os principais causadores de todas essas catástrofes.
Nós, seres que consideramos humanos, somos meros usuários de toda beleza que nos foi dada e como qualquer coisa que queira que perdure, devemos apenas e tão somente Preservar.
Mas fazemos exatamente o contrário, menosprezamos e consumimos todos os recursos sem nada fazer para preservá-los.
A poucos dias, vivenciei uma situação por demais trágica e desesperadora. O fato aconteceu em uma madrugada de uma sexta-feira 13, e os personagens não eram góticos, não menosprezavam sua existência, não acreditavam em profecias que não fosse as da palavra de DEUS e eram além de pessoas simples, crentes na palavras de DEUS, eram seres humanos de uma beleza irradiante. Minha convivência com parte dessa família era simples, de pouco convívio porém, de mútuo respeito.
As batalhas travadas em suas vidas, nem sempre lhe trouxeram vitórias.
Mesmo assim, com um semblante sofrido e olhar distante e desconfiado reiniciou sua caminhada fazendo o mesmo que os discípulos: seguindo a Jesus.
Trabalho árduo, Fé e perseverança foram constantes em seu dia-a-dia. O sonho de construir uma família, de ter a casa própria, neste fatítico dia foram-lhe arrebatados de sua vida.
Arrebatados pela vontade suprema de DEUS ao qual jamais contestaremos sua decisão. Pensamos nas consequências trágicas de atos inconsequentes de pessoas que, egoístas em sua forma de agir, ajudam no prenúncio de uma catástrofe jogando lixos e esgostos pela encosta abaixo não se importando sequer com a vida dos demais. Mas não somos  e nem seremos julgadores. Cabe ao bom DEUS a ação, por ser ele onisciênte e onipresente. Fica-nos um sentimento de dor, de revolta, de perda ! Fica sim ! Somos seres humanos e sujeitos a todo o tipo de desvio de conduta. Mas também somos seres criados a sua imagem e semelhança e que nos foi dado a vida para vivermos de acordo com os seus ensinamentos - mas , não agimos assim ! O procuramos apenas nos momentos de aflição, e mesmo assim ELE nos ouve, ELE é o Pai Zeloso.
A Bíblia diz em Isaías 26:19 “Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.”   
Em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”
Os justos serão ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.” 

A palavra de DEUS está repleta de palavras de conforto e de ensinamentos. Cabe a você e a mim acreditar - Crente é todo aquele que crê .
Todas as bênçãos que Deus comunica ao homem vêm de sua mera graça, munificência ou favor; de sua livre, imerecida benevolência, representando graça inteiramente espontânea, visto nenhum direito ter o homem à menor clemência por parte da Divindade. Foi a livre graça que “formou o homem do pó da terra e nele soprou a alma vivente,” estampando nessa alma a imagem de Deus e “sujeitando todas as coisas debaixo de seus pés.” A mesma graça chega até nós, neste dia, traduzindo-se em vida, respiração e todas as coisas. Nada do que somos, ou possuímos, ou realizamos, merece o mínimo favor das mãos de Deus. “Todas as nossas obras, ó Deus, tu as operaste em nós.” Assim, elas são outras tantas manifestações de livre misericórdia; e, qualquer que seja a justiça que se encontre no homem, ainda será também uma dádiva de Deus.

“Pela graça sois salvos mediante a fé,” Ef 2.8.



Esta é, pois, a verdadeira essência de sua fé, a divina elegchos (evidência ou convicção) do amor de Deus o Pai, através do Filho de seu amor, comunicada ao ímpio, agora aceito no Bem-Amado. E, “sendo justificado pela fé, tem paz com Deus” (Rm 5.1); sim, tem “a paz de Deus reinando em seu coração;” tem uma paz que, excedendo a toda compreensão, (panta noun - toda concepção meramente racional), guarda seu coração e mente de toda dúvida e de todo medo, graças ao conhecimento daquele em que confiou. Não pode ele temer, portanto, “ser afligido por qualquer notícia má,” porque “seu coração permanece firme. Crendo no Senhor.” Não teme o que lhe possa fazer o homem, sabendo que mesmo seus próprios cabelos estão todos contados. Não teme os poderes das trevas, que o Senhor está cada dia mais decisivamente esmagando sob os pés. Muito menos teme a morte; antes, deseja “partir e estar com Cristo” (Fl 1.23), o qual, “através da morte, destruiu o que possuía o poder da morte, isto é, o diabo; e libertou os que, pelo temor da morte, estavam até então, e por toda a vida, sujeitos à escravidão” (Hb 2.15).


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Teoria X ( Hipótese da mediocridade das massas ) e Teoria Y

Teoria “X”
O criador chamou esta teoria como “Hipótese da mediocridade das massas”
Seus princípios básicos são:
1. Uma pessoa comum tem aversão pelo trabalho e o evitará sempre que puder.
2. Os seres humanos têm que ser forçados, controlados e às vezes ameaçados com punições para que se esforcem em cumprir os objetivos da organização.
3. Que o ser humano ordinário é preguiçoso e prefere ser dirigido, evita as responsabilidades, tem ambições e acima de tudo deseja segurança.
McGregor dizia que esta teoria não era imaginária e sim real e que ela influenciava a estratégia da direção. Pressupunha também que as necessidades de ordem inferior dominam as pessoas.
Teoria “Y”
Os princípios básicos são:
4. Que o esforço físico e mental que se realiza no trabalho é tão natural como o gasto no jogo, no repouso.
5. O esforço necessário para a consecução dos objetivos da organização depende das recompensas associadas e não necessariamente do controle externo e a ameaça de punições.
6. O indivíduo comum, em condições desejadas, não só aceita responsabilidade, também as procura.
7. As pessoas têm qualidades bem desenvolvidas de imaginação, invenção e criatividade para solucionar os problemas da organização.
8. Os seres humanos exercerão auto-direção e autocontrole no cumprimento dos objetivos com os que estão comprometidos.
A Teoria “Y” pressupõe que as necessidades de ordem superior dominam as pessoas. Pressupunha também que seus preceitos eram mais válidos que os da Teoria “X”.
Propôs idéias como a participação na tomada de decisões, responsabilidades e desafios.
Em geral, os preceitos de ambas as teorias podem resultar idôneos em situações concretas.
Traduzido por Navil Garcia Alfonso – navil_garcia@yahoo.com
Referência: http://www.wikilearning.com/monografia/la_motivacion-teorias_x_y_y_de_mc_gregor/16110-7

A motivação no ambiente profissional

Hoje em dia as empresas estão conscientes da importância de possuir uma estrutura comercial convenientemente qualificada e com um alto grau de motivação, que seja capaz de compartilhar e de apropriar-se dos objetivos estabelecidos pela instituição.
Entendemos por motivação toda força ou impulso interior que inicia, mantém e dirige a conduta de uma pessoa visando alcançar um objetivo determinado. No ambiente profissional, “estar motivado” supõe estar estimulado e suficientemente interessado como para orientar as atividades e a conduta para o cumprimento dos objetivos estabelecidos com antecedência.
Embora nos concentremos na equipe comercial, isso tudo pode ser também aplicado a qualquer outro departamento. A pró-atividade é uma das principais variáveis positivas do século XXI.
9.1. Processo da motivação.
A motivação nas pessoas inicia-se com a aparição de uma série de estímulos internos e externos que fazem surgir às necessidades. Quando estas se concretizam em um desejo específico, orientam as atividades ou a conduta na direção de alcançar os objetivos e a satisfação das necessidades.
motivação
Se aplicarmos o processo de motivação no ambiente comercial, a empresa, entre outros estímulos e incentivos, poderia iniciar a motivação dos vendedores realizando, por exemplo, uma política de promoções internas. Isso faria com que surgisse uma necessidade que se concretizaria no desejo de ser promovido.
De maneira geral podemos estabelecer uma distinção entre dois tipos de motivações:
• Motivação intrínseca: É aquela em que a ação é um fim em si mesmo e não pretende prêmio algum ou recompensa exterior à ação. O funcionário se considera totalmente auto-motivado.
• Motivação extrínseca: Surge como conseqüência da existência de fatores externos; isto é, tendo como referência algum elemento de motivação do tipo econômico.
É claro que se a empresa conseguisse que sua estrutura comercial ficasse motivada intrínseca e extrinsecamente, poderia ter seus funcionários com um bom nível de integração e satisfação. Assim, haveria um ambiente profissional com influências positivas no rendimento e nos benefícios da companhia.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sistemas de Administração das Pessoas ( Parte IV - Participativo )

É um sistema administrativo francamente democrático e participativo. É o mais aberto de todos os sistemas. Suas características principais são:
  1.  Processo decisorial: as decisões são totalmente delegadas aos níveis hierarquicos mais baixos da organização.Embora a cúpulaempresarial defina as políticas e diretrizes a serem seguidas, ela apenas controla os resultados, deixando as decisões e ações totalmente a cargo dos diversos níveis hierárquicos. Apenas em ocasiões de emergência, os escalões mais altos assumem decisivamente, porém, sujeitando-se à ratificação explícita dos demais níveis envolvidos. O concenso entre as pessoas passa a ser o conceito mais importante dentro do processo decisorial.
  2. Sistema de comunicação: as comunicações fluem em todos os sentidos( vertical, horizontal e lateral ) e a empresa faz vultosos investimentos em sistemas informacionais, pois são imprescindíveis para sua flexibilidade, eficiência e eficácia. A informação passa a ser um dos recursos mais importantes da empresa e precisa ser compartilhada por todos os membros que dela necessitem para trabalhar a fim de obter a sinergia necessária.      
  3. Relacionamento interpessoal: a ênfase é colocada no trabalho em equipe. A formação de grupos espontâneos é importante para o efetivo relacionamento entre as pessoas. As relações interpessoais baseiam-se principalmente na confiança mútua entre as pessoas e não em esquemas formais ( como descrições de cargos, relações formais previstas e m organograma etc. ). O sistema estimula a participação e o envolvimento grupal intensos, de modo que as pessoas se sintam responsáveis pelo que decidem e pelo que fazem em todos os níveis organizacionais.
  4. Sistema de recompensa e de punições: há forte ênfase nas recompensas, notadamente nas simbólicas e sociais, embora não sejam negligenciadas as recompensas salariais e materiais. Muito raramente ocorrem punições, as quais quase sempre são definidas e decididas pelos grupos envolvidos.

O sitema I geralmente é encontrado nas empresas que utilizam mão-de-obra intensiva e adoção de tecnologia rudimentar, em que o pessoal empregado é de baixa qualificação profissional. É o sistema comumente empregado na área de produção das empresas de construção civil ou de construção industrial, em pequenas fábricas de embalagens e textil.

O sistema II é frequentemente encontrado em empresas industriais que utilizam tecnologia mais apurada e mão-de-obra mais especializada, mas mantendo ainda alguma forma de coerção para não perder o controle sobre o comportamento das pessoas. É o caso da área de produção e de montagem da maioria das empresas industriais e dos escritórios de certas fábricas.

O sistema III é geralmente empregado em serviços, como nos bancos e financeiras ou em empresas industriais com tecnologia avançadas e com políticas de pessoal mais abertas.

O sistema IV é ainda pouco encontrado na prática, predominando em empresas que utilizam tecnologia sofisticada e onde o pessoal é extremamente especializado e desenvolvido, como nas empresas de propaganda, de consultoria em engenharia, administração ou processamento de dados etc.
Ref. Administração de Recusrsos Humanos - Chiavenato